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Alerta à população

Artigo publicado no Jornal O SUL - Porto Alegre/RS, em 03 de maio de 2010.

O Ministério da Saúde lançou na segunda-feira, 26/4, Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão, campanha em que alerta a sociedade para o aumento dos casos de pressão arterial alta. Em pesquisa recente, foi constatado que subiu de 21,5% em 2006 para 24,4% em 2009 o número de brasileiros com o problema. O levantamento aponta que a doença atinge todas as idades, principalmente os idosos. Foram abordados 54 mil adultos. Entre as pessoas com 65 anos ou mais, a porcentagem chegou a 63,2%, contra 57,8% em 2006. Na faixa etária até 34 anos 14% apresentam pressão alta. De acordo com o estudo, a proporção de hipertensos é maior entre mulheres (27,2%) do que entre homens (21,2%).

Fica, portanto, o aviso: cuidar da saúde, com a prática de exercícios físicos e uma alimentação balanceada com pouco ou nenhum sal, é o caminho para diminuir os malefícios que o desequilíbrio da pressão arterial provoca em nosso organismo, particularmente nos rins, cérebro e coração.

AINDA GETÚLIO

O poeta, pajador, radialista, escritor e missioneiro Albeni Carmo de Oliveira, ao ler meu artigo sobre Getúlio Vargas, fraternalmente me escreveu:

“Como a todo missioneiro, sempre nos traz satisfações quando alguém enaltece as missões (seus vultos e suas realizações). Lendo a matéria do presidente da LBV, este ser do mais profundo conhecimento, enaltecer a biografia e a obra de Getúlio Dornelles Vargas (o grande presidente), e lembrando outros missioneiros notáveis, me obriga a dizer-lhe:

“Quem enaltece as missões,/ Como o faz dom Paiva Netto,/ Merece todo afeto/ E nossas considerações./ Suas pautas são lições/ Por ser grande pregador./ O jornalista escritor,/ Com sua espiritualidade,/ Transmite para a Humanidade Esperança, Fé e Amor.

“Nossas missões são santuário/ De exemplos de prosperidade,/ Onde o índio sem vaidade/ Zelou pelo chão lendário./ Foi um fiel legionário/ Mostrando fibra e valentia,/ Nos legou a sabedoria/ Que orgulha a nossa raça./ Seja na voz do Pedro Ortaça/ Ou na gaita do Tio Bilia.

“O zum-zum que o vento faz/ Nos fios de algum alambrado/ É o vozerio do passado/ Que aos nossos ouvidos traz./ O índio querendo paz,/ Embora sendo guerreiro./ Saiba então o mundo inteiro/ Que nem decretos ou grilhões/ Acabarão com as missões/ Ou irão calar um missioneiro”.

Grato, Albeni. Sua bela poesia é fruto de seu generoso coração.
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